inverbos
Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queria muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.
Tati Bernardi.   (via inverbos)
inverbos
Eu só quero que você entenda que eu não gosto quando você vai embora. Não gosto quando você esconde o que sente. Não gosto quando você não me dá a menor bola. Se eu falo que está tudo bem, quero que você pergunte de novo. E de novo. De vez em quando eu finjo que tudo está numa boa, mas tenho o meu lado fraco. Preciso de colo. De atenção. Se eu estou triste, quero você ao lado. Se eu estou braba, quero você ao lado. Se eu estou num dia bom, quero você ao lado. Se meu dia foi péssimo, quero você ao lado.
Clarissa Corrêa.  (via inverbos)
inverbos
Mulher não desiste, se cansa. A gente tem essa coisa de ir até o fim, esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver. A gente paga mesmo. Paga caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, sem ‘E se’ ! A gente completa o percurso e ás vezes fica até andando em círculos, mas quando a gente muda de caminho, meu amigo, é fim de jogo pra você.
Tati Bernardi.  (via inverbos)
inverbos
Eu amo o tom da tua voz pronunciando o meu nome e amo, ainda mais, quando ele muda enquanto você me chama com aqueles apelidos que só a gente entende. Eu amo quando você insiste em mim. Em nós. Quando, depois de uma briga, você me faz repetir cada uma das nossas promessas, garantindo que eu não esqueça o quanto você quer, tanto quanto eu, que as coisas continuem dando certo entre a gente. E o quanto tudo ficou muito mais bonito desde que você chegou e resolveu sonhar de mãos dadas comigo. Eu amo o teu sotaque e o quanto você fica irritado quando eu fico te imitando ou rindo das tuas manias. Eu amo o teu jeito de cuidar de mim. E, amo sentir a tua preocupação em saber se estou me alimentando na hora certa, se cheguei bem em casa ou se tomei o remédio pra dor de cabeça. Eu amo sentir a tua proteção, a tua atenção em saber quando não estou bem. E, amo quando você me diz: “tira o bico” pra me roubar um sorriso que eu insisto em negar quando fico chateada. Eu amo quando você me liga pra dizer boa noite e acaba ficando durante horas. E amo, mais que tudo, saber que vai ficar durante uma, duas, três vidas. Ou mais.
Plenitude. (via inverbos)
fofuxa-divulgadora

Ela: Todos nós devíamos ter um botão do qual pudêssemos apertar e acabar com nossa própria vida, afinal nenhum de nós pediu para nascer.


Ele: Garota, pare e pense, quantas vezes você já pensou em desistir de tudo? Quantas vezes você já disse que não iria aguentar, mas no dia seguinte estava lá de pé? Nós não possuímos um botão de “liga/desliga” e de fato nenhum de nós pediu para nascer, mas a questão é, será que você quer mesmo morrer? Será que se você tivesse esse botão já não teria apertado ele sem precisão? A vida é como uma linha tênue, você pode sim escolher entre viver ou não, mas você tem que estar ciente que a sua escolha mudará não só a sua vida, mas sim a vida de todos que te rodeiam. Se você está aqui agora, olhando para mim, é porque algo te impede de romper essa linha, nunca deixe que esse algo seja alguém, mas sim que esse algo seja você. Que você esteja viva porque você escolheu assim fazer, porque você sabe que as tempestades são passageiras e porque mesmo que você tivesse um botão para apertar ainda sim o deixaria intacto.
inverbos
Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queria muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.
Tati Bernardi.    (via inverbos)